“Muito mais do que um espaço de passagem no coração da cidade, o Viaduto se transformou, enfim, em um verdadeiro lugar”
Assim como Porto Alegre nasceu e se desenvolveu abraçada às águas de um porto, o Viaduto Otávio Rocha também surge do mesmo ímpeto: a necessidade de conectar caminhos, rasgando a geografia para que a vida e o progresso pudessem fluir em direção ao nosso porto. Como um apaixonado por esta cidade, a minha reverência por este monumento é inevitável. Ele é, sem dúvida, o espaço mais cênico de Porto Alegre , uma estrutura capaz de produzir sensações e sentimentos intensos em todos os seus percursos, níveis e sentidos. Se no passado ele se ergueu de forma imponente como o grande símbolo da nossa modernidade, hoje, com suas arcadas restauradas e efervescentes, ele renasce como um vibrante símbolo da cultura. Muito mais do que um espaço de passagem no coração da cidade, o Viaduto se transformou, enfim, em um verdadeiro lugar.
Formado pelo UniRitter no ano de 2008, é mestre em Arquitetura e Urbanismo: o Projeto como Investigação e Edificações Culturais pelo UniRitter e Mackenzie e pós-graduado em Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Edificado pelo CECI/UFPE. Atuou pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RS) no Conselho Municipal de Patrimônio Histórico Cultural de Porto Alegre (COMPAHC) , sendo eleito presidente para o biênio 2022-2024 e foi membro da Comissão de de acervos. Entre os anos 2019 e 2023 foi conselheiro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/RS), atuando na Comissão de Patrimônio Cultural e Vice Diretor do Centro de Memória. No meio acadêmico, foi professor atuando na graduação e pós-graduação do UniRitter entre os anos 2016 e 2022. É membro da Comissão Arquidiocesana de Arte Sacra de Porto Alegre.
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